O Presidente da ABDC, Renan Lima Alves, concedeu entrevista ao TIMES BRASIL – Licenciado Exclusivo CNBC, respondendo à pergunta da repórter Christiane Pelajo: “O que muda para o Brasil com a Redata?”
Na entrevista, Renan explicou que, até agora, o crescimento dos data centers no Brasil foi impulsionado principalmente por grandes players globais de nuvem — como Microsoft, AWS, Google e Oracle — que instalaram sua infraestrutura no país para suportar aplicações sensíveis à latência, como sistemas financeiros, redes sociais, jogos e streaming. Esse cenário se deve ao perfil populacional, econômico e de consumo do Brasil, tornando suas regiões locais estratégicas.
Renan destacou que a Redata traz uma mudança significativa, permitindo que o Brasil também se torne competitivo para workloads que não dependem de baixa latência, priorizando escala, eficiência e energia limpa. Isso inclui aplicações em larga escala, processamento de dados, backups, análises e, especialmente, inteligência artificial, desde o treinamento de grandes modelos até inferências regionais que podem atender a toda a América Latina.
Com essa transformação, o Brasil passa a deixar de ser apenas um destino passivo de data centers e se torna um ator ativo, capaz de atrair e atender workloads de todo o mundo, contribuindo para a expansão global da infraestrutura digital de forma mais sustentável.
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